Atentas à demanda do pré-sal, empresas holandesas da cadeia de petróleo e gás ampliam os investimentos no Brasil e já planejam começar a fabricar no país. Nos últimos três anos, 60 novas companhias se instalaram por aqui, e estão investindo pelo menos US$ 1 bilhão até 2012.
A avaliação é que o Brasil é o principal polo de atração de investimentos nas Américas. “Certamente, o Brasil é o foco nessa parte do planeta. Haverá muitos investimentos com o pré-sal”, afirmou o cônsul-geral dos Países Baixos, Paul Comenencia.
A expectativa é que esse valor previsto para o investimento suba ainda mais, à medida em que as encomendas para o pré-sal forem saindo do papel, acrescentou o cônsul.
A Thomassen, produtora de compressores para refinarias, vai começar a produzir no Brasil no ano que vem. A companhia estuda três opções: construir uma unidade, adquirir uma fábrica já existente ou se unir a alguma empresa.
Diretor comercial da Thomassen, Francisco Edgar explicou que, com a nova unidade, cada compressor terá de 65% a 70% de conteúdo nacional. Atualmente, todo o equipamento é importado da matriz holandesa.
A Fugro, que faz pesquisas geológicas, investiu US$ 10 milhões numa base de operações em Rio das Ostras, no litoral do Estado. Mathilde Scholtes, presidente da companhia, comentou que a unidade foi construída em função “das inúmeras oportunidades que o Brasil oferece”. “Estamos aqui para ficar por muito tempo.”
Ernest Kretz, da Frames, investiu 6 milhões de euros nos últimos quatro anos, e fabrica equipamentos para plataformas da Petrobras. Atualmente, produz separadores e sistemas de lastro (que controla o balanço das plataformas em alto-mar) para a P-55, P-57, P-58 e P-62. “O Brasil é um mercado crescente, é o futuro. É um foco para a gente”, observou.
Fonte: Folha
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Empresas holandesas ampliam investimentos para atender projetos do pré-sal
Atentas à demanda do pré-sal, empresas holandesas da cadeia de petróleo e gás ampliam os investimentos no Brasil e já planejam começar a fabricar no país. Nos últimos três anos, 60 novas companhias se instalaram por aqui, e estão investindo pelo menos US$ 1 bilhão até 2012.
A avaliação é que o Brasil é o principal polo de atração de investimentos nas Américas. “Certamente, o Brasil é o foco nessa parte do planeta. Haverá muitos investimentos com o pré-sal”, afirmou o cônsul-geral dos Países Baixos, Paul Comenencia.
A expectativa é que esse valor previsto para o investimento suba ainda mais, à medida em que as encomendas para o pré-sal forem saindo do papel, acrescentou o cônsul.
A Thomassen, produtora de compressores para refinarias, vai começar a produzir no Brasil no ano que vem. A companhia estuda três opções: construir uma unidade, adquirir uma fábrica já existente ou se unir a alguma empresa.
Diretor comercial da Thomassen, Francisco Edgar explicou que, com a nova unidade, cada compressor terá de 65% a 70% de conteúdo nacional. Atualmente, todo o equipamento é importado da matriz holandesa.
A Fugro, que faz pesquisas geológicas, investiu US$ 10 milhões numa base de operações em Rio das Ostras, no litoral do Estado. Mathilde Scholtes, presidente da companhia, comentou que a unidade foi construída em função “das inúmeras oportunidades que o Brasil oferece”. “Estamos aqui para ficar por muito tempo.”
Ernest Kretz, da Frames, investiu 6 milhões de euros nos últimos quatro anos, e fabrica equipamentos para plataformas da Petrobras. Atualmente, produz separadores e sistemas de lastro (que controla o balanço das plataformas em alto-mar) para a P-55, P-57, P-58 e P-62. “O Brasil é um mercado crescente, é o futuro. É um foco para a gente”, observou.
Fonte: Folha