
A primeira edição da Offshore Technology Conference no Brasil (OTC Brasil), encerrada nesta quinta-feira (6), no Rio de Janeiro, superou a expectativa dos organizadores, recebendo mais de 10 mil visitantes em três dias de evento.
O evento ofereceu um forte programa técnico com ênfase na segurança, nos desafios do pré-sal e tecnologias inovadoras. Sessões técnicas focaram o desenvolvimento não só de tecnologias, mas de recursos humanos. A Conferência contou com o apoio de três novas organizações, a Associação Brasileira de Engenharia Química (Abeq), a Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo (Abgp) e a Sociedade Brasileira de Geofísicos (Sbgf). Também recebeu o apoio do Rio Negócios, da Rio Business Agency e contou com palestrantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e do escritório de Comercio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Industria e o Departamento do Comercio dos EUA.
Mais de 400 empresas, de 23 países participaram da Feira do evento. Estandes instalados em dois pavilhões do Riocentro apresentaram o estado da arte da exploração e produção da comunidade global offshore. Noventa empresas brasileiras participaram mostrando apoio e interesse da região.
“Esse foi o momento certo de trazer a OTC para o Brasil. O país está se preparando para ser um dos maiores produtores de petróleo do mundo e reúne, cada vez mais, as mais influentes associações e players da indústria”, comentou Ricardo Juiniti, co-presidente do Programa Técnico da OTC Brasil. “Estamos extremamente satisfeito com a participação e o sucesso do evento”, disse.
Planos para a segunda edição da OTC Brasil já estão sendo feitos. O evento será realizado entre 8 e 10 outubro de 2013, mais uma vez, no Rio de Janeiro.
Fonte: TnPetroleo
























Shell comercializará petróleo de Waimea
A OGX anunciou a pouco que assinou hoje (6) contrato de comercialização com a Shell para as duas primeiras cargas referentes à produção de petróleo da acumulação de Waimea, no bloco BM-C-41, em águas rasas da bacia de Campos.
Foi negociado um volume total de 1,2 milhão de barris, que será embarcado em dois lotes de 600 mil barris cada, para os quais a Shell tem intenção de processar em uma de suas refinarias. O óleo de Waimea, de 20° API, será produzido pelo FPSO OSX-1, através do Teste de Longa Duração do poço OGX-26HP na bacia de Campos.
Adicionalmente, Shell e OGX assinaram uma carta de intenções para buscar oportunidades em logística, compra e venda de petróleo, gás natural e desenvolvimento de novos negócios.
Fonte: TnPetroleo